A corrida política para angariar
seguidores, fãs e amigos na rede social está bem acelerada, porém um pouco
tarde para alguns que ficaram na zona de conforto, contando que o eleitor não
muda, que é sempre o mesmo, e acabaram de acordar para o potencial das redes
sociais como facebook, twitter, entre outros canais.
Quem saiu na
frente certamente já tem contabilizado muitos seguidores e amigos, mas só isso
não conta, digitar o que vem a cabeça ou achar que o discurso de palanque é o
mesmo no palanque virtual, pode estar dando um tiro no pé.
Cada player tem a sua especificidade, assim como o target, e cada qual responde de um jeito, por isso poder contar com consultores, especialistas em comunicação segmentada, é uma boa aposta para não ficar atirando pra todo lado achando que vai atingir a todos com um só argumento ou com um só conhecimento de consultores de players tradicionais, quando não o filho, sobrinho, e por aí a fora.
Os números de pessoas que acessam as redes sociais no Brasil são impressionantes, se não fosse pela caótica banda larga estaríamos muito bem servidos.
Pelo site do
IAB http://iabbrasil.ning.com , estudos demonstram esse potencial.
Como não estamos
nos EUA, ainda não dá para pegar como exemplo real a campanha do presidente
Barack Obama, prova disso é a onipresença da presidente Dilma Rousseff nas
redes sociais, ou seja, sola de sapato, tapinhas nas costas, tomar café com o
seu Antonio, passar pela casa da dona Maria, ainda conta muito na manutenção
dos eleitores e na conquista de outros, mas não se pode subestimar o potencial
da internet em propagar o que de melhor cada candidato tem e tomando cuidado,
claro, em contar com uma boa assessoria, e especializada, para não só pontuar
feitos e propostas, mas principalmente para dar respostas rápidas a comentários
negativos.
Além de poder
contar com a expertise dos profissionais de comunicação e marketing
tradicionais, com a crescente demanda de usuários de todas as classes sociais
na internet, já passou da hora de estruturar um departamento exclusivo com
profissionais antenados com as novas tendências e que possam produzir conteúdo
segmentado visando o próximo pleito que, certamente, tem a internet como uma grande
aliada na conquista de eleitores.
O discurso precisa ser bem moldado, não se
pode usar esses meios para difamar ou pregar promessas utópicas, pois a rede social é
muita rápida e uma ideia, uma frase, mal colocada pode virar piada, um viral, e comprometer o resultado final nas urnas.
Saber o que dizer e quem vai escrever e
para quem vai ler, faz parte da cartilha básica das melhores práticas na rede
social para gerar empatia, confiança e, com isso, conquistar um maior número de fãs, amigos e seguidores que possam compartilhar do mesmo pensamento.